O Visto D1 é o visto de residência para quem vai exercer uma atividade profissional subordinada (emprego) em Portugal. Pede-se no consulado português do país de residência e, depois da entrada, converte-se em autorização de residência junto da AIMA.
Esta página reúne o essencial gratuito — o que é, quem pode pedir, que documentos juntar, quanto custa e quanto demora. O passo a passo detalhado, a checklist, o modelo de promessa de contrato e a estratégia completa estão reservados ao Rumo a Portugal.
O que é o Visto D1
O Visto D1 é o visto de residência para exercício de atividade profissional subordinada — ou seja, para quem vai ser empregado de uma entidade em Portugal. É a via clássica do trabalho por conta de outrem.
É um visto consular: pede-se no consulado do país onde reside e permite entrar em Portugal para depois requerer a autorização de residência na AIMA.
Quem pode pedir
Cidadãos de fora da União Europeia que tenham um contrato de trabalho ou uma promessa de contrato de trabalho com uma entidade empregadora em Portugal.
Se a função exige qualificação superior ou especialização técnica, o enquadramento adequado pode ser o Visto D3 (atividade altamente qualificada) — vale confirmar a via certa antes de avançar.
Documentos necessários
- Passaporte válido — Com a validade exigida pelo consulado.
- Promessa ou contrato de trabalho — Com entidade empregadora em Portugal, indicando função, salário, horário e local.
- NIF português — Número de Identificação Fiscal já emitido.
- Alojamento e meios de subsistência — Comprovante de onde vai morar e de rendimentos suficientes para o início.
- Registro criminal e seguro — Registro criminal do país de origem (apostilado) e seguro de viagem/saúde.
Quanto custa
A taxa consular do visto de residência (categoria D) ronda os €110, paga no momento do pedido no consulado.
Já em Portugal, a conversão em autorização de residência na AIMA tem custos próprios de análise e de emissão do título, atualizados em 2026.
Prazos
O prazo de decisão varia bastante de consulado para consulado — pode ir de algumas semanas a alguns meses, contados a partir da entrega da documentação completa.
Depois da entrada em Portugal, o agendamento na AIMA para a autorização de residência tem o seu próprio prazo, dependente da disponibilidade do serviço.